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31/5 - DIA MUNDIAL DE COMBATE AO FUMO


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Pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (URFJ) revela que 13,5% dos brasileiros com mais de 60 anos são fumantes, o que representa um grave problema de Saúde Pública.

Na década de 1960 fumar era sinal de status e elegância. Porém, este hábito adquirido na juventude tem representado um alto custo para a vida de muitos idosos e também ao sistema de saúde pública brasileiros.

É que os jovens daquela época envelheceram fumando e agora não conseguem ou, simplesmente, não querem abandonar o vício. Pelo menos, foi isso que demonstrou o estudo realizado por pesquisadores da UFRJ em parceria com a UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Eles avaliaram 140.058 idosos de países como Brasil, Espanha, Portugal, Inglaterra, Rússia, Estados, Índia, Hong Kong, Japão e China, e constataram que além de terem maior dificuldade para abandonar o cigarro, a prevalência de tabagismo em idosos é maior entre os homens (22,5%) do que entre as mulheres (8,7%).

A gravidade desses números está no fato de que o idoso fumante adoece mais e vive menos. Isto porque, além das doenças próprias da idade, o tabaco aumenta o risco de comorbidades como os cânceres de pulmão, boca e laringe.

Hoje existem na rede pública de saúde programas de apoio a quem deseja deixar de fumar e os especialistas ressaltam que independente da idade, abandonar o cigarro pode trazer muitos benefícios a saúde, especialmente no caso dos idosos.

Ao parar de fumar sintomas como a tosse, a expectoração e a falta de ar diminuem sensivelmente e o paladar também melhora, fazendo com que a pessoa se alimente melhor e tenha um ganho em qualidade de vida.

Doenças crônicas como a pressão alta e o diabetes também ficam mais fáceis de ser controladas quando a pessoa deixa de fumar.

Então, que tal procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima e largar o cigarro hoje?

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